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MÓDULO 1 - GIRO COMUNITÁRIO
MÓDULO 1 - GIRO COMUNITÁRIO
Descripción:

No Giro Comunitário (Módulo 01, 12:25 minutos, 5.68 Mb) da Radiorevista 28, muitas novidades que encontramos na rede virtual. Conheçam a radionovela Escravo Nem Pensar criada para ajudar o trabalhador rural a não cair na armadilha do trabalho escravo. E a Radio Dos Vox, com a programação feita por pessoas com deficiência visual de diversas regiões do Brasil. Na cidade de Sumaré, em São Paulo, descobrimos a rádio Luta que funciona como um forte instrumento de divulgação e debate dentro de uma fábrica controlada pelos próprios trabalhadores. Como nas últimas edições, seguimos comentando o caminho de construção da I Conferência Nacional de Comunicação. E neste Giro também tem espaço para uma importante questão internacional: a repressão aos veículos de comunicação em Honduras, país que sofreu um golpe de estado.

Libreto:
Roteiro Giro Comunitário

Loc2: O Núcleo de Computação Eletrônica (NCE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro é o responsável pela criação do sistema DosVox, que permite a pessoas cegas utilizarem o computador// Ele trabalha com leitores de tela por síntese de voz, ou seja, emite mensagens sonoras de voz humana para o usuário//

Loc1: A rádio DosVox, com programas produzidos por usuários desse sistema, é um espaço de troca de informações na internet desde 2003//

Loc2: A ideia inicial foi propor a cegos de diversos cantos do país que gravassem poemas de Vinícius de Moraes para produzir um programa sobre o aniversário do poeta// Essas pessoas participam de listas de discussão na Internet// O professor Antonio Borges, do NCE, conta essa história//

Tec: Sonora Antonio Borges (De 3:16 até 3:43) + (De 01:35)“E as pessoas gostaram muito” até “do áudio que vocês produzirem”

Loc1: Assim nasceu a rádio Dos Vox// Toda a atividade é virtual// Mesmo as novelas, com diálogos, são montadas e editadas a distância// Quem ouve, tem a sensação exata de que existe, em algum lugar, uma rádio física funcionando// Mas não//

Loc2: Para ouvir os programas, acesse a rádio pelo site www.intevox.nce.ufrj.br//

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Loc2: Nos primeiros sete meses desse ano cerca de 1.492 trabalhadores libertados pelo Ministério foram encontrados sob condições degradantes de trabalho. Eles estavam presos pela lógica perversa de alguns fazendeiros que para aumentar seu lucro, os forçam a trabalhar em troca de comida, sem nenhum benefício, direito ou carteira assinada. Leonardo Sakamoto, coordenador do repórter Brasil fala sobre essa situação.

SONORA 1

Loc1: Foi para informar e prevenir o trabalhador rural a não cair nessa armadilha, que a Ong Repórter Brasil criou as produções radiofônicas Vozes da Liberdade em parceria com a Empresa Nacional de Comunicação (EBC) e a Comissão Pastoral da Terra.

Loc2: Os vozes da liberdade produziu uma radionovela de cinco capítulos, chamada “Escravo, nem pensar”. Ela é distribuída pela rádio nacional da Amazônia e recebe apoio da Secretária Especial dos direitos humanos e da Contag. Ouça um trecho:

Loc1: Se você quiser baixar e reproduzir a radionovela na sua rádio ou simplesmente escutar o conteúdo acesse o site www.reporterbrasil.org.br. O conteúdo está disponibilizado em copyleft, ou seja, qualquer pessoa ou rádio pode baixá-la e reproduzí-la.

Loc2: Pensando nas rádios e comunidades que não tem acesso à internet, o Vozes da Liberdade disponibilizou cerca de 1000 cds que são enviados por correio quando solicitado. Mas Leonardo acredita que a internet está se tornando mais acessível que os recursos tecnológicos usados para fazer uma rádio.

SONORA 2

Loc1: Lembrando que para ouvir e baixar o o programa Escravo, nem pensar! Acesso o site www.reporterbrasil.org.br e clique no link programa de rádio.

Loc1: Acaba de sair do forno a cartilha “Para fazer rádio comunitária com C maiúsculo”, realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pela Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária do mesmo Estado: a ABRAÇO-RS//

Loc2: A publicação ensina como montar uma rádio comunitária, explica o que é uma emissora desse tipo e o que é uma rádio livre, traz dicas de produção, locução, uso do improviso e de como preparar um programa//

Loc1: O jornalista Rodrigo Jacobus, um dos organizadores da cartilha, diz que um dos objetivos desse trabalho é o fortalecimento das rádios comunitárias//

Tec: Sonora Rodrigo (De 04:28 até 04: 58)“E agora a próxima etapa... até “democratização dos meios de comunicação, né?”

Loc 2: A cartilha também tem a finalidade de combater o chamado “coronelismo eletrônico”, que invade as emissoras comunitárias, ou seja, a posse e o uso político das estações de rádio e televisão por grupos de elites políticas e/ou religiosas//

Loc1: A preocupação em trazer sugestões de como fazer rádio vem para ajudar os comunicadores comunitários a desenvolver um trabalho de qualidade//

Tec: Sonora Rodrigo (De 07:36 até 07:55)“Essa parte técnica toda” até “igual à rádio comercial”

Loc2: Com uma programação de qualidade, a rádio atrai os ouvintes e se torna mais do que um meio de comunicação: contribui para aproximar e fortalecer a comunidade//

Loc1: A cartilha “Como fazer rádio comunitária com C maiúsculo” está disponível no site: www.avozdomorro.com//

Loc1: Na cidade de Sumaré, em São Paulo, a rádio Luta é um exemplo de como a rádio pode ser um instrumento para fortalecer a luta dos trabalhadores.

Loc2: E a história dessa rádio surge de uma outra luta: há seis anos, o dona da fábrica da Flaskô, alegou falência e abandonou seus funcionários com uma dívida de milhões. Para não perderem os postos de trabalho, os funcionários assumiram o controle da fábrica e hoje pedem para o governo que dívida seja perdoada.

Loc1: Fernando Gomes, um dos trabalhadores e coordenador da rádio Luta, acredita que na verdade a fábrica não foi a falência mas que se tratou de um golpe dado pelo próprio dono da empresa.

SONORA

Loc2: Casos como esse são muitos comuns na América Latina. Fernando conta que existe um movimento latino americano de fábricas recuperadas por trabalhadores. Mas nem sempre os trabalhadores conseguem manter as fábricas em funcionamento já que sofrem pressão da justiça que cobram as dívidas dos antigos patrões e tiram as máquinas.

Loc1: Foi para sair do isolamento e informar a sociedade sobre essa situação que os trabalhadores decidiram criar também uma rádio. Apesar de terem um boletim comunitário e um jornal que sai de dois em dois meses, a rádio que também pode ser ouvida pela internet, trouxe a possibilidade dos trabalhadores serem ouvidos em outros países.

Loc2: Sem receber resposta após o pedido de outorga a rádio luta entrou no ar. Por sorte, nunca sofreu ameaças de repressão. Mas a rádio Luta não é produzida apenas por trabalhadores e também recebe contribuição da comunidade local que também são programadores. Ela tem apoio da Associação Brasileira de rádios comunitárias, a ABRAÇO e o pessoal de rádios livres.

Loc1: Apesar de ter atuar como comunitária, Fernando diz que gosta de chamá-la de rádio operária, pois a vê também como um espaço de denúncia das opressões sofridas pelos trabalhadores nas fábricas, como conta.

SONORA

Loc2: Se você quiser ouvir a rádio luta, acesse http://radioluta.blogspot.com/ e clique no link para ouvir a transmissão.

HONDURAS

Loc1: A vice-presidente da Associação Mundial de Rádios Comunitárias para América Latina e Caribe, María Pía Matta e o relator da ONU pela liberdade de expressão, Frank La Rue, estiveram presentes em uma rádio hondurenha ameaçada de fechamento pelo governo golpista.

Loc2: A ordem, que veio da Comissão Nacional de Telecomunicações (CONATEL), acusa a Rádio Globo de Honduras de conspiração política.

Loc1: La Rue disse, no ar, que as repressão aos meios de comunicação são práticas de regimes ditatoriais. Para Pía se trata de mais um caso de criminalização de rádios e uma violação ao direito de liberdade de expressão.

SONORA

Loc2: Pía integra uma missão especial para conhecer a atual situação dos meios de comunicação em Honduras.

Loc1: E a publicação do regimento interno da primeira Conferência Nacional de Comunicação foi mais uma vez adiada por causa do setor empresarial.

Loc2: A decisão foi tomada no dia 5 quando representantes do governo e do setor empresarial se reuniram para discutir pontos polêmicos do regimento. Uma das exigências do empresariado é a retirada do debate sobre as leis de radiodifusão. Outra, exige a mesma proporção de delegados que os representantes dos movimentos sociais.

Loc1: A publicação do regimento é importante para definir as regras e temas sem os quais não se pode realizar também as Conferências regionais. Já há um atraso de mais de um mês, o que dificulta o processo de organização. Na última reunião da Comissão Organizadora, que iria definir o regimento não havia nenhum representante do empresariado. Para Roseli Goffman, representante do FNDC na Comissão Organizadora Nacional, essa ausência foi estratégica. vSONORA

Loc1: Após a reunião do dia 5, empresários e governo voltarão a se encontrar. Enquanto isso, representantes da sociedade civil esperam também se reunir com o governo para buscar um consenso. Lembrando que a Conferência está marcada para os dias1, 2 e 3 de dezembro.

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